26 de agosto de 2026 · 7 min de leitura
O SQL Server registra automaticamente, via Missing Index Feature, quais índices teriam ajudado queries que já rodaram desde o último restart. Não é preciso adivinhar — o dado já existe. O problema é que essa sugestão é ingênua: não considera o custo de manter o índice em escritas, nem sobreposição com índices que já existem.
SELECT TOP 15 d.statement AS tabela, d.equality_columns, d.inequality_columns, d.included_columns, s.avg_user_impact, s.user_seeks + s.user_scans AS uso_estimado FROM sys.dm_db_missing_index_details d JOIN sys.dm_db_missing_index_groups g ON g.index_handle = d.index_handle JOIN sys.dm_db_missing_index_group_stats s ON s.group_handle = g.index_group_handle ORDER BY s.avg_user_impact * (s.user_seeks + s.user_scans) DESC;
avg_user_impact é uma estimativa percentual de melhoria, não um número absoluto — e é zerado a cada restart do serviço, então essa lista só reflete o que rodou desde então.
Multiplicar avg_user_impact pelo uso estimado (seeks + scans) dá uma ordem melhor do que olhar impact isolado — é a mesma lógica de priorizar por impacto agregado, não por porcentagem de melhoria numa query isolada.
O Query Intelligence do codeDB já cruza esse relatório com o custo real de manutenção e o volume de uso, e entrega o DDL do índice priorizado — sem exigir que alguém decida manualmente qual das 40 sugestões vale a pena.
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